Consumo consciente evita gastos desnecessários com decoração de Natal
A magia que envolve o período natalino costuma ser materializada em árvores de pinheiro, guirlandas, luzes e o presépio, que reencena o nascimento de Jesus Cristo. Essas ornamentações são visualmente atrativas e possibilitam a reunião familiar em torno da prática decorativa, mas também podem custar caro, se o preço do simbolismo for a renovação constante dos enfeites de Natal. Em Belém, o chef de cozinha Eduardo Benigno (43 anos) e a empresária Nádia Mello (45 anos) costumam reutilizar, ano após ano, a maior quantidade possível de itens de decoração, visando à sustentabilidade da tradição e ao menor consumismo. <br /><br />REPORTAGEM: Gabriel da Mota<br />IMAGENS: Claudio Pinheiro<br /><br />Link da matéria: www.oliberal.com/economia/1.760106
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